O mundo hoje está triste, depois da notícia da (estúpida) morte de Glauco Villas Boas, que foi morto ontem, em sua casa, na cidade de Osasco. Além dele, seu filho Raoni, de 25 anos, que chegava em casa no momento da tentativa de assalto/sequestro, também foi baleado e morreu.
As tiras deste artista fizeram parte da vida de muita gente. Eu, pessoalmente, estou muito triste. Não só pela violência, mas pelo fato de não ver mais na segunda página da Folha de S. Paulo as divertidas histórias de Geraldão, Cacique Jaraguá, Nojinsk, Dona Marta, Zé do Apocalipse, Doy Jorge, Ficadinha, Netão e Edmar Bregman, entre outros.
Um minuto de silêncio para esta perda tão importante na cultura brasileira.
UPDATE
Esqueci de contar. Minha monografia para concluir o curso de jornalismo abordou justamente o cartoon. Eu disse que a charge pode ser, também, uma forma de jornalismo opinativo. Opinar e noticiar por meio de outra linguagem: o desenho, o traço, o humor. Forma de gerar polêmica, reflexão e crítica na opinião pública. A charge faz o leitor pensar.
Tenho dito.
UPDATE 2
REVOLTANTE!